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21 fev

Abertura dos Mercados – 21 – Fevereiro – 2020

Abertura dos Mercados – Futuros e Commodities: S&P-500: 3.361,62 -0,23% | Bovespa: 114.215 -0,57% | Petróleo WTI: 52,97 -1,69% | USD/BRL: 4.404,50 +0,21%

Os mercados financeiros globais operam majoritariamente em queda nessa manhã de sexta-feira. Na Ásia, o índice de Shanghai encerrou melhor semana em 10 meses, uma vez que as autoridades chinesas prometeram ajudar as empresas afetadas pelo surto de coronavírus. O índice fechou hoje o dia em alta de 0,31% e o Nikkei japonês fechou caindo 0,39%. Na Europa as bolsas operam sem direção definida, com o DAX alemão em leve alta de 0,02% e o CAC francês e o FTSE de Londres caem respectivamente 0,08% e 0,12%. Na região, foi divulgado hoje que o crescimento da atividade empresarial da Zona do Euro ficou melhor que o esperado em fevereiro, segundo PMI, e foi divulgada também a inflação na Zona do Euro que avançou 1,4% em janeiro, impulsionada pelo aumento de preços de energia. Nos Estados Unidos, o índice futuro S&P aponta para abertura em queda de 0,23% e hoje a agenda aguarda discursos de dirigentes de Feds regionais, além de vendas de moradias usadas em janeiro e comício de Trump em Las Vegas. No Brasil, sem grandes indicadores na agenda macroeconômica e no front corporativo teremos a teleconferência de resultados da Vale, Carrefour e Lojas Americanas, entre outros.

Empresas e Setores

  • Aviação: Segundo estimativa divulgada pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) o surto de coronavírus deverá provocar uma perda de receita de US$ 29,3 bilhões no setor aéreo global em 2020.
  • B2W (BTOW3): A companhia encerrou o quarto trimestre de 2018 com prejuízo de R$ 22,3 milhões, reduzindo em 68% a perda reportada no mesmo trimestre do ano anterior.
  • Banco do Brasil (BBDC4): O banco irá oferecer R$ 15 bilhões para a linha de pré-custeio da safra 2020/21, montante 47% superior ao total efetivamente contratado no ano passado para o pré-custeio da temporada 2019/20.
  • Caixa Econômica Federal: Segundo noticiário, o banco selecionou a Visa como parceira preferencial para a emissão de cartões de crédito e débito.
  • Camil (CAML3): O Conselho de Administração da companhia aprovou a aquisição da Pet Food chilena LDA SpA pelo valor de R$ 200 milhões. O Conselho aprovou ainda o pagamento de juros sobre o capital próprio aos acionistas no montante de R$ 15 milhões.
  • Carrefour Brasil (CRFB3): A companhia registrou lucro líquido de R$ 636 milhões no quarto trimestre do ano passado, ampliando em 19,6% o ganho de um ano antes. O Conselho de Administração da companhia aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio aos acionistas no montante de R4 12 milhões.
  • Cesp (CESP6): A companhia comunicou que a gestora Verde reduziu para 3,04% a participação no capital social.
  • Construção Civil: Segundo dados divulgados pela Abramat as vendas do setor de materiais de construção do Brasil no mês de jaeiro registraram queda de 3,4% na comparação com o mesmo mês de 2019.
  • CSN (CSNA3): Segundo noticiário a companhia irá aumentar em 10,25% os preços do aço a partir do dia 1º de março.
  • EDP Renováveis: A companhia registrou lucro líquido de € 475 milhões no ano de 2019, elevando em 52% o ganho de 2018.
  • Energisa (ENGI11): A companhia divulgou que o consumo de energia elétrica no mercado consolidado cativo e livre no mês de janeiro somou 3,02 mil gigawatts-hora (GWh), resultado 0,8% abaixo do reportado no mesmo mês de 2019.
  • Gol (GOLL4): A companhia pretende realizar no mês de maio a incorporação da Smiles.
  • Grupo Pão de Açúcar (PCAR4): A companhia pretende realizar a venda de mais de R$ 3 bilhões em ativos não essenciais nos próximos meses.
  • Hidrovias do Brasil: A companhia, maior empresa de logística hidroviária da América Latina, solicitou o registro para sua oferta inicial de ações (IPO) na B3.
  • Hypera (HYPE3): Segundo noticiário a companhia fechou acordo com indiana Glenmark Farmacêutica para a distribuição de linha dermatológica no Brasil.
  • Lojas Americanas (LAME3): A companhia reportou lucro líquido consolidado ajustado de R$ 398 milhões no quarto trimestre de 2019, alta 62,1% na comparação anual
  • Marcopolo (POMO4): A companhia realizará o pagamento de dividendos aos seus acionistas no montante de R$ 45 milhões.
  • Multiplan (MULT3): A companhia elevou para 12,0% a participação na Área Bruta Locável (ABL) do ParkShopping e adquiriu 20,0% do ParkShopping Corporate, localizados em Brasília.
  • NotreDame Intermédica (GNDI3): A companhia encerrou o quarto trimestre de 2019 com lucro de R$ 131,4 milhões, alta de 2,3% na comparação anual.
  • Pacaembu Construtora: A companhia, especializada no programa habitacional federal Minha Casa Minha Vida, pediu registro para a realização de oferta inicial de ações (IPO).
  • Petrobras (PETR4): A companhia informou que deverá distribuir US$ 3 bilhões aos acionistas em 2020, sob a forma de juros sobre capital próprio e dividendos.
  • Sabesp (SBSP3): A companhia anunciou a realização de emissão de debêntures no valor de R$ 1 bilhão e a contratação de Alceu Segamarchi para a direção de tecnologia.
  • Siderurgia: Segundo dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil (IABr), o consumo aparente de aço no país em janeiro somou 1,8 milhão de toneladas, alta de 9,8% sobre o resultado de um ano antes. Na mesma base de comparação, a produção de aço em janeiro totalizou 2,7 milhões de toneladas, alta de 11,1%.
  • SulAmérica (SULA11): A companhia encerrou o quarto trimestre de 2019 com lucro líquido de R$ 452,9 milhões, elevando em 15,1% o ganho apurado o mesmo intervalo do ano passado. No acumulado de 2019 o lucro da companhia somou R$ 1,2 bilhão, alta de 30,75 na comparação anual.
  • Uniasselvi: Segundo noticiário a companhia realizou a contratação dos bancos Goldman Sachs, Bank of America e Morgan Stanley para coordenar a oferta inicial de ações (IPO) da empresa nos Estados Unidos.
  • Vale (VALE3): A companhia registrou prejuízo de US$ 1,5 bilhão no quarto trimestre de 2019, revertendo o lucro líquido de US$ 3,79 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2019 o prejuízo da companhia somou US$ 1,6 bilhão, ante lucro líquido de US$ 6,860 bilhões reportado em 2018.

Fontes: Bloomberg, Thomson Reuters, jornal Valor Econômico, jornais diversos e relatórios de terceiros.

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