Abertura dos Mercados – Futuros e Commodities: S&P-500: 3.198,50 -0,65% | Bovespa: 101.600 -0,39% | Petróleo WTI: 40,71 -1,19% | USD/BRL: 5.354,00 -0,38%

Os mercados financeiros globais operam em queda nesta manhã de quinta-feira. Na Ásia as bolsas fecharam em queda, com o Nikkei japonês caindo 0,76% e o índice de Shanghai recuando 4,50%, registrando a maior queda em mais de cinco meses, com os investidores reduzindo as compras por sinais de aperto da política monetária após o crescimento econômico no país ter superado as expectativas. Na Europa as bolsas operam no vermelho, com o DAX alemão, o CAC francês e o FTSE de Londres em quedas de respectivamente 0,67%, 0,66% e 0,29% e nos Estados Unidos o índice futuro S&P aponta para abertura em queda de 0,65%. Na Zona do Euro o superávit comercial da região aumentou em maio sobre abril conforme as restrições em todo o mundo começaram a ser aliviadas, mas representou menos da metade do tamanho visto no ano anterior, segundo dados da agência de estatísticas Eurostat. Na agenda no exterior destaque para as divulgações, na Zona do Euro, para a decisão de política monetária e, nos Estados Unidos, para as vendas no varejo de junho, a confiança das construtoras de julho e os pedidos de auxílio desemprego semanais. No Brasil, os casos de infecção por coronavírus atingem quase a marca de 2 milhões, com contagem total de 75 mil mortes. No front macroeconômico a prévia extraordinária das sondagens setoriais do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV), sinalizou avanço de todos os índices de confiança em julho, com continuidade da tendência de alta da confiança iniciada em maio.

Empresas e Setores

  • Cielo (CIEL3): O Conselho de Administração da companhia aprovou a emissão por meio de oferta pública de cotas de um FIDC no total de R$ 5,25 bilhões.
  • Copel (CPLE3): O Conselho de Administração aprovou o desinvestimento de 100% da participação da companhia na sua subsidiária integral Copel Telecomunicações.
  • Direcional Engenharia (DIRR3): A companhia informou que a  Real Investor reduziu para 4,81% a participação no capital social.
  • Iguatemi (IGTA3): O Conselho de Administração da companhia aprovou a aquisição de percentual de participação do IRB nos shoppings Esplanada e Praia de Belas pelos respectivos valores de R$ 85,5 milhões e R$ 174,6 milhões.
  • JHSF (JHSF3): A companhia precificou sua oferta de ações, com esforços restritos, a R$ 9,75 por papel, movimentando R$ 433,17 milhões com a operação.
  • Light (LIGT3): O Conselho de Administração da companhia aprovou uma nova emissão de debêntures da subsidiária Light Sesa no total de R$ 500 milhões, em série única.
  • Neoenergia (NEOE3): O Conselho de Administração da companhia aprovou a recompra de até 2,55 milhões de ações, com o objetivo de proteger a companhia da volatilidade de preços dos papéis.
  • Oi (OIBR3): Segundo relatório produzido pelo escritório de advocacia Arnoldo Wald, responsável pela administração judicial da operadora, a companhia queimou mais R$ 113 milhões de caixa operacional em maio. O saldo negativo de receitas no mês de maio atingiu R$ 1,90 bilhão, frente a pagamentos de R$ 1,40 bilhão e investimentos de R$ 591 milhões.
  • Petrobras (PETR4): A companhia realizou a venda da totalidade de sua participação nos dez campos dos polos Pampo e Enchova, localizados na Bacia de Campos, no estado do Rio de Janeiro, para a Trident Energy do Brasil, pelo valor de US$ 365,4 milhões. A companhia finalizou a venda para a Central Resources do Brasil de participação nos campos de Ponta do Mel e Redonda, na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte, pelo valor total de US$ 7,2 milhões, com pagamento em 18 meses.
  • Sabesp (SBSP3): A Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP) concedeu autorização para a companhia aplicar o reajuste tarifário anual e o ajuste compensatório, totalizando índice de reajuste de 3,4026%.
  • Vivo (VIVT4): A companhia anunciou a antecipação de mais R$ 1 bilhão para pequenos e médios fornecedores neste momento de pandemia.

Fontes: Bloomberg, Thomson Reuters, jornal Valor Econômico, jornais diversos e relatórios de terceiros.

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